De alguns anos para cá, uma atividade vem despontando como tendência para o setor da habitação: a de síndico profissional. Embalada pela chegada dos chamados “condomínios-clube” e pela complexidade que envolve a gestão eficiente dos empreendimentos, o trabalho deste profissional já é uma realidade em diversas cidades brasileiras, como São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

Apesar de ainda não ser regulamentado, a possibilidade de contratação de um síndico está prevista na Lei do Condomínio (nº 4.591 de 1964) e deve constar na convenção. A nova profissão tem ganhado força com o desinteresse e/ou a falta de tempo dos moradores para assumir esta função. Quando os candidatos entram neste mercado conciliando a atividade de forma paralela, com o passar do tempo e a ampliação da carteira, tornam-a exclusiva.

Para isso, no entanto, é preciso investir na capacitação sobre todas as questões que envolvem o funcionamento do condomínio e desenvolver habilidades que vão da mediação de conflitos à organização das tarefas, que darão ao profissional a bagagem necessária para que realize um bom trabalho.

A remuneração mínima de um síndico profissional gira em torno de R$ 1 mil para condomínios pequenos. Para para quem se dedica de forma exclusiva, pode chegar a uma renda mensal de R$ 15 mil.

Fonte: Gazeta do Povo

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